sexta-feira, 20 de agosto de 2010
pequena crônica
Pôrra Marina!? Marina pra que?! Marina que tem opinião contrária à decisão sexual que não seja o heterosexualismo que seus dogmas exigem?!
Marina pra que?! Marina pra ter “alguns” votos e conseguir um segundo turno para barganhar cargos com o futuro aliado que se eleger?!
Pôrra Marina!!!!! Pelo bem do meu País não voto em você!
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
Brasileiro é o mais gay
De volta
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
ALGUNS MOTIVOS PELOS QUAIS OS HOMENS GOSTAM TANTO DE MULHERES !!!!
1- O cheirinho delas é sempre gostoso, mesmo que seja só xampu.
2- O jeitinho que elas têm de sempre encontrar o lugarzinho certo em nosso ombro.
3- A facilidade com a qual cabem em nossos braços.
4- O jeito que têm de nos beijar e, de repente, fazer o mundo ficar perfeito.
5- Como são encantadoras quando comem.
6- Elas levam horas para se vestir, mas no final vale a pena.
7- Porque estão sempre quentinhas, mesmo que esteja fazendo trinta graus abaixo de zero lá fora.
8- Como sempre ficam bonitas, mesmo de jeans, camiseta e rabo-de-cavalo.
9- Aquele jeitinho sutil de pedir um elogio.
10- Como ficam lindas quando discutem.
11- O modo que têm de sempre encontrar a nossa mão.
12- O brilho nos olhos quando sorriem.
13- Ouvir a mensagem delas na secretária eletrônica logo depois de uma briga horrível.
14- O jeito que têm de dizer "Não vamos brigar mais, não..."
15- A ternura com que nos beijam quando lhes fazemos uma delicadeza.
16- O modo de nos beijarem quando dizemos "eu te amo".
17- Pensando bem, só o modo de nos beijarem já basta.
18- O modo que têm de se atirar em nossos braços quando choram.
19- O jeito de pedir desculpas por terem chorado por alguma bobagem.
20- O fato de nos darem um tapa achando que vai doer.
21- O modo com que pedem perdão quando o tapa dói mesmo
(embora jamais admitamos que doeu).
22- O jeitinho de dizerem "estou com saudades".
23- As saudades que sentimos delas.
24- A maneira que suas lágrimas têm de nos fazer querer mudar o mundo
para que mais nada lhes cause dor.
Arnaldo Jabor
Comentem!!!
sábado, 15 de novembro de 2008
Emprestar a mulher
segunda-feira, 13 de outubro de 2008
Crise Financeira

Declaração política do Partido da Causa Operária
A crise que enfrentamos e os meios para combatê-la
Dez pontos centrais de um programa de luta dos trabalhadores e da juventude para enfrentar a crise do capitalismo de acordo com os interesses da classe operária e da maioria explorada da população
13 de outubro de 2008
Depois de um longo período em que buscaram ocultar a própria existência da crise histórica do capitalismo, ao mesmo tempo em que tentavam contê-la, às custas de pesados sacrifícios da classe trabalhadora e das massas pobres de todos os países – em especial dos mais pobres – os grandes capitalistas não conseguem mais ocultar a situação e mostram um verdadeiro desespero diante do terremoto financeiro que abala todo o planeta, que evidencia não só a situação de falência total do sistema financeiro mundial, mas as tendências aceleradas a um desmoronamento de toda a economia capitalista mundial.
Esta crise não caiu como um raio em céu azul, como querem dar a entender os ideólogos da burguesia, mas foi evoluindo através de várias crises menores e da exacerbação do parasitismo financeiro, remédio usado para conter a crise que se transformou em doença principal.
O que foi apresentado como uma crise de um setor da economia norte-americana (o setor imobiliário de alto risco, chamado subprime) diante do que se repetia que “tudo estava sob controle” e que a crise não chegaria a outros países mostra-se agora (ainda que limitadamente, porque as “fendas” internas e que não aparecem à superfície são muito mais profundas que as reveladas) como um colapso generalizado que está atingido ou vai atingir TODOS OS RAMOS DA ECONOMIA CAPITALISTA EM TODOS OS PAÍSES.
Em poucos meses, trilhões foram despejados na salvação de conglomerados financeiros por governos e bancos centrais dos mais ricos países capitalistas do mundo. Os reacionários governos dos EUA e da Inglaterra, dentre outros, foram forçados a lançar mão da estatização – quer dizer, a socialização para todo o povo dos resultados catastróficos das aventuras financeiras dos grandes delinqüentes do mercado financeiro - dos prejuízos e assumir o controle dos monopólios financeiros colocados entre os maiores do mundo, para tentar conter a quebradeira e a crise das Bolsas de Valores. Nada disso adiantou.
No Brasil, antes do atual estouro, os chefes capitalistas, seus partidos e o governo de Luís Inácio da Silva, mentiram descaradamente dizendo que não havia “risco de contaminação”, que o Brasil estava preparado para enfrentar a crise, que ela sequer chegaria ao Brasil.
Era só ligar a TV todos os dias para ver o “noticiário” da “ilha da fantasia” da burguesia e dos banqueiros na TV Globo e demais canais, anunciar que as coisas estavam cada dia melhor e que a popularidade do governo Lula iria chegar a 100%.
Estudos realizados pelo próprio imperialismo chegaram a apontar que com um investimento de cerca de U$ 30 bilhões de dólares por ano, seria possível erradicar a fome em todo planeta nos próximos anos.
Isso nem sequer foi considerado pelos governos capitalistas. Agora, esta soma está sendo jogada no ralo todos os dias para socorrer os banqueiros, especuladores e outros criminosos. Fica claro também que os governos capitalistas atuais, da “direita” ou da “esquerda”, não são mais do que funcionários da imensa ditadura mundial estabelecida pelos bancos e grandes monopólios, dispostos a sugar até a última gota de sangue da população pobre para doar para esses agiotas.
Para estes governos e seus senhores, trata-se de transferir o prejuízo para as costas da população. A última crise semelhante a atual (que, agora, muitos já apontam que será maior) foi a que seguiu à quebra da Bolsa de Nova York, em 1929. Para sanar sua crise, os capitalistas lançaram o mundo naquela que foi a mais sangrenta guerra de todos os tempos, levando à morte centenas de milhões de pessoas e destruindo países inteiros em uma demonstração de barbárie sem precedentes na história humana.
Nos últimos anos, no Iraque, Afeganistão, na África, na América Latina, Ásia e nos seus próprios países eles já mostraram que não têm limites em sua escalada de violência quando se trata de defender seus mesquinhos interesses.
Eles têm seus planos de salvação e seus pacotes, que significam mais fome, mais desemprego, mais miséria para a maioria da população. A classe operária e todos os explorados – em primeiro lugar a juventude, em que amplos setores têm saído à luta contra a deteriorização de suas condições de vida em todo o mundo – precisam ter um programa próprio para enfrentar a crise e buscar uma via progressista para enfrentar a torrente de miséria e destruição que os capitalistas e seus governos querem impor.
É necessário que o movimento operário, seus militantes, suas organizações e o proletariado em geral considerem um programa econômico e político como resposta de classe e revolucionária à crise. Não se trata apenas de lutar por medidas de defesa parcial dos salários ou do emprego que, obviamente têm que ser defendidos com unhas e dentes pelo proletariado, como parte de um programa econômico radical, profundo, que impeça a destruição operada pela ditadura dos bancos e que aponte uma verdadeira saída para os trabalhadores em todas as questões centrais levantadas pela crise neste momento.
Somente através de uma mobilização unitária, massiva e consciente, vale dizer, através de uma mobilização revolucionária da classe operária e dos demais explorados, da liquidação do Estado burguês, instrumento de manutenção fundamental do regime de propriedade privada dos meios de produção e do estabelecimento do poder exclusivo de classe do proletariado apoiado nos demais oprimidos e explorados da sociedade capitalista é que um tal programa pode ser colocado de modo integral e sólido em prática.
Assim falou nosso companheiro insano Rui Costa Pimenta, FUCK BAnKERS
terça-feira, 7 de outubro de 2008
Quase um mês depois...
mas como o prometido, vou postar sobre o novo album do metallica, o que eu tenho a dizer é que é uma merda.